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Baseado em fatos, não em achismo

Por que o modelo é montado desse jeito

Cada escolha de formato e dica deste gerador vem de guias de carreira de universidades, times de recrutamento e do ATS mais usado no Brasil — não de opinião.

Formatação para ATS

Estrutura simples, sem colunas ou ícones

Sistemas de rastreamento de candidatos (ATS) leem melhor currículos lineares, com seções padrão (Resumo, Experiência, Educação, Habilidades) e sem tabelas, colunas ou dados em cabeçalho/rodapé — que muitas vezes nem são lidos pelo parser.

Fonte: MIT Career Advising & Professional Development ↗
Palavras-chave

Use os termos exatos da vaga

ATS e recrutadores comparam o texto do currículo com a descrição da vaga. Termos idênticos (ex: "JavaScript", não "JS") pontuam mais do que sinônimos — vale reler a vaga e espelhar o vocabulário técnico usado nela.

Fonte: CNS Career Services — UT Austin ↗
Conteúdo

Resultado mensurável > lista de tarefas

Recrutadores de empresas como o Google buscam a fórmula "alcancei [X], medido por [Y], fazendo [Z]" — o que você entregou e o impacto, não apenas as tecnologias usadas.

Fonte: IGotAnOffer — Google Resume Examples ↗
Mercado brasileiro

A Gupy é o ATS mais usado no Brasil

Presente em milhares de empresas (Nubank, iFood, Magazine Luiza, entre outras), a IA da Gupy ranqueia candidatos por afinidade com a vaga. Um currículo com boa estrutura e palavras-chave aumenta a pontuação nesse ranqueamento.

Fonte: Gupy — O que é ATS? ↗
Extensão

Uma página, para a maioria das trajetórias

Para quem está começando ou tem até ~10 anos de experiência, um currículo de uma página, direto ao ponto, tende a ser lido por completo — currículos longos correm o risco de ter as partes finais ignoradas.

Fonte: Harvard FAS Career Services — Create a Strong Resume ↗
Método

Estruture cada realização com o método STAR

Situação, Tarefa, Ação e Resultado. Descrever o contexto e o resultado (não só a ação) é o que diferencia um bullet genérico de um que convence quem está lendo.

Fonte: Harvard FAS Career Services ↗

Estimativas sobre uso de ATS (ex.: percentual de currículos filtrados automaticamente) variam entre fontes e devem ser lidas como referência, não número exato — o consenso entre elas é o que vira recomendação aqui.